
Muito se fala em transformação digital, indústria 4.0 e em outros conceitos que colocam a tecnologia a frente de mudanças no âmbito dos negócios e das relações de trabalho.
A começar pela velocidade na troca de informações através de redes sociais que cada vez mais aceleram as relações no mundo digital. Outro ponto que influencia diretamente no ambiente de trabalho é o conhecimento, que de fato avançou muito em seu modelo tradicional.
O que antes se esperava obter numa faculdade e em salas de aula convencionais, hoje com a tecnologia, se tem em cursos online, e-books, podcasts e muito mais. Isso afeta consideravelmente a forma como um profissional adquire competências e se destaca hoje no mercado de trabalho.
Com o avanço da tecnologia, certas posições exigem que o profissional domine técnicas, ferramentas e competências digitais, e então chegamos no conceito. Afinal o que é um profissional digital?
Como tudo atualmente que se transforma rapidamente, não existe uma definição clara, mas podemos dizer que um profissional digital é aquele que tem e sabe usar a autonomia, tem a capacidade de criar sem pressão ou sem uma determinada demanda, e seu foco está na experimentação do novo e na experiência que a sua entrega dará para seu público.
É necessário aprender, desaprender e reaprender a todo momento. Faça um teste: hoje, com a conectividade, você consegue estar em diversos lugares ao mesmo tempo, e times digitais navegam entre essas dimensões naturalmente.
Isso dá lugar a diversidade de ideias, de pessoas, de opiniões, de comportamentos. E a diversidade leva a melhores soluções de problemas.
Uma questão de gerações

Não pense que este conceito está atrelado a idade. Ser digital não é uma questão de gerações, é uma questão de posicionamento. Você escolhe se quer acompanhar o ritmo do mercado, de novos conhecimentos e abraçar este novo comportamento para a sua carreira e seu mercado. Isso se aplica para empresas e profissionais. A questão está em se adaptar para uma geração que não nasceu na era digital ou dentro das mídias sociais o desafio está em quebrar paradigmas e se adaptar, justamente aquilo que já falamos acima, aprender, desaprender e reaprender a todo momento.
Ser digital não é uma questão de gerações,
é uma questão de posicionamento.
Você escolhe se quer acompanhar o ritmo do mercado, de novos conhecimentos e abraçar este novo comportamento para a sua carreira e seu mercado. Isso se aplica para empresas e profissionais. A questão está em se adaptar para uma geração que não nasceu na era digital ou dentro das mídias sociais o desafio está em quebrar paradigmas e se adaptar, justamente aquilo que já falamos acima, aprender, desaprender e reaprender a todo momento.
Já para esta nova geração que praticamente nasceu conectada as coisas tendem a ser mais fáceis? Não necessariamente, pois neste caso o desafio está em equilibrar as informações do mundo on e off.
Assim como no mercado digital existe neste caso certa pressão em lidar com as mudanças, pois quando percebemos que o mercado muda, sabe-se que é hora de renovar técnicas e conceitos para trazer resultados mas quando a sua profissão já é fruto dessa transformação ou até foi criada para suprir necessidades que antes não existiam, a capacidade de lidar com essa adaptação é um pouco diferente.
Empresas digitais

Para o mercado há uma grande preocupação em acompanhar este ritmo e encontrar pessoas com estas competências digitais. Sabe-se que em 2016 apenas 33% dos postos de trabalhos criados foram preenchidos devidamente pelos talentos certos.
Além disso, uma pesquisa realizada pelo LinkedIn e a Capgemini em 2017 mostra esta dificuldade, principalmente em setores como indústrias, varejo e bancos.
Para 60% dos executivos entrevistados as maiores necessidades de domínio em competências digitais são para posições específicas, como por exemplo, as que estão relacionadas a Comunicação e Marketing Digital, Cibersegurança e Tecnologia da Informação